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Dicas

  • 13 março às 13:50

    DOCUMENTOS PARA VIAJAR PELA AMÉRICA DO SUL

    Argentina

    Brasileiros estão isentos de visto de turismo/negócios para permanência até 90 dias.
    Obs.: Brasileiros podem embarcar com o passaporte original, obrigatório validade mínima de 1 ano; ou apenas com a Carteira de Identidade original em bom estado de conservação, emitida há menos de 10 anos.

    Bolívia

    Vistos Consulares: Brasileiros não necessitam de visto para permanência de até 90 dias.
    Para Brasileiros e cidadãos do Mercosul e Países Andinos é altamente recomendável viajar com a Vacina contra Febre Amarela Internacional . Demais nacionalidade é obrigatório apresentação da Vacina de Febre Amarela.
    O embarque pode ser realizado com passaporte válido por no mínimo seis meses ou carteira de identidade brasileira recente e em bom estado de conservação.
    OBSERVAÇÃO: Quando necessário, os passageiros deverão solicitar o visto pessoalmente no consulado em São Paulo. Prazo médio: 05 dias úteis.

    Colômbia

    Brasileiros estão isentos de visto à turismo para permanência de até 90 dias; sendo que neste caso, somente são permitidas até 03 viagens por ano.
    – Brasileiros poderão viajar a turismo, com passaporte válido ou carteira de identidade ( RG) em bom estado de conservação e emitida há menos de 10 anos.
    – A negócios o brasileiro necessita de visto; porém, o passageiro deverá entrar em contato direto com o consulado. Não são aceitos pedidos de vistos através de terceiros.

    Chile

    Brasileiros estão isentos de visto à turismo/negócios para permanência de até 90 dias.
    Brasileiros podem embarcar com a carteira de identidade em bom estado de conservação e emitida há menos de 10 anos.

    Peru

    Brasileiros estão isentos de visto à turismo ou negócios para permanência de até 90 dias.
    * Brasileiros podem embarcar com o passaporte original, com validade mínima de 6 meses OU apenas com a Carteira de Identidade ( RG) original em bom estado de conservação e emitida há menos de 10 anos.
    Necessário certificado de Vacina contra febre amarela para retornar ao Brasil, após viagem ao Peru.
    * Para viagens por período de permanência superior, por outros motivos, necessário visto de entrada.
    Não é permitido exercer atividade remunerada dentro do Peru, quando se viaja a turismo ou negócios.

    Venezuela

    Brasileiros estão isentos de visto à turismo para permanência de até 90 dias.
    As companhias aéreas autorizadas, fornecerão uma tarjeta de turismo ( DEX-2) no momento do Embarque. A Tarjeta de turismo só poderá ser fornecida até 03 vezes por ano; ou seja, a Venezuela só autoriza até 03 viagens por ano, a turismo.
    Obs1.:O passaporte deverá estar com a validade mínima de seis meses e apresentar Bilhete Aéreo original com ida e volta confirmadas.
    Obs2.:Para entrar no país é necessário o Certificado de Vacina de Febre Amarela Internacional.

    À negócios: Todas as nacionalidades precisam de visto à negócios.

    Documentos necessários:

    – Passaporte com validade mínima de 06 meses( original + cópia das páginas de dados pessoais)
    – 02 fotos 3X 4 cm coloridas, recentes, iguais, fundo branco
    – Formulário preenchido e assinado em original.
    – Certificado de Vacina de Febre Amarela Internacional ( original + cópia)
    – Cópia do Comprovante de residência no Brasil
    – Bilhete aéreo com ida e volta confirmados.
    – Carta da empresa onde trabalha em papel timbrado e com firma reconhecida, original; especificando o cargo, motivo da viagem, tempo de permanência, nome e endereço da empresa ou pessoa que visitará na Venezuela e se responsabilizando pela estadia do colaborador
    – Cópia do CNPJ da empresa onde trabalha ou cópia autenticada do contrato social e última alteração contratual da empresa onde trabalha
    – Atestado de antecedentes criminais emitido pela Polícia Federal
    – Extratos bancários atualizados ( aconselhamos dos 03 últimos meses)
    – Cópia autenticada do RG ( para brasileiros) ou Cópia autenticada do RNE válido ( para estrangeiros)

    O prazo máximo de permanência na Venezuela para o viajante de negócios é de 06 meses.
    Local: São Paulo. Prazo: média de 5 a 7 dias úteis dentro do Consulado .
    Obs: O estrangeiro com visto de negócios na saída do território Venezuelano deverá apresentar uma declaração de rendas ante à administração da Fazenda correspondente, qualquer que seja os enriquecimentos ou perdas na Venezuela até o momento de sua saída do país, de acordo com o artigo 73 da \`Ley de Reforma e la ley de impouesto sobre la renda de Venezuela\` . Timbre fiscal (selo fiscal), que deverá ser solicitado no \`Ministério do interior e justiça – DEX\` Av. Urdaneta, esquina de Carmelitas, Caracas.

  • 4 abril às 12:30

    Dicionário de viagens corporativas

    ADT – Abreviação de “adult”, termo em inglês que   quer dizer “adulto”. Esse termo designa os passageiros com 12 anos de idade   completos ou mais.

    Alfândega – Departamento da Receita Federal   encarregado de fazer o controle e a vistoria de bagagens e mercadorias em   trânsito. A alfândega é responsável pela cobrança de impostos, taxas ou   apreensão das mercadorias que entram e saem no País e que estejam acima do valor   limite permitido pela legislação.

    All inclusive – Tudo induído. Hotel   que inclui na diária as bebidas, refeições ( café da manhã, almoço, jantar e   refeições intermediárias) e entretenimento.

    Arrivals – Área de   Desembarques dos aeroportos.

    ATP – ver Average Ticket   Price

    Average Ticket Price – o preço médio por   bilhete é um dos principais indicadores para os gestores de viagens corporativas   e representa o custo médio pago por bilhete aéreo. O indicador pode englobar   todos os bilhetes ou os bilhetes de uma determinada rota apenas.

    Baggage Claim – Local para retirada de bagagem e reclamação   em caso de extravio.

    Bell boy – Mensageiro de hotel.

    Bilhete   Open – Bilhete aéreo que, no momento de sua emissão, não consta a data nem o   número do vôo.

    Block off – Bloqueio de determinado número de   assentos, em vôos regulares, para uso exclusivo.

    Bloqueio / Allotment – Número de assentos, em Cia Aérea ou apartamentos, em hotéis, reservados, para   utilização por parte da operadora, desde que reportados dentro de um prazo   determinado antecipadamente, de comum acordo entre estas empresas.

    Boarding Pass – Cartão emitido através dos sistemas da companhia   aérea que conferem uso do transporte aéreo e acesso às áreas de embarque com as   principais informações do passageiro (nome, destino, poltrona e número do vôo).

    By night – É o passeio noturno, que geralmente indui ingresso a casas   de shows ou visita a pontos turísticos.

    Charter /   fretamento – Vôo realizado em uma aeronave fretada, com tarifas mais   econômicas que as praticadas no mercado e com regras pré-estabelecidas quanto a   duração, data de saída/regresso e destino, entre outras.

    Check In –   Procedimento realizado antes do embarque junto ao balcão da companhia aérea para   conferência de documentos; procedimento similar na entrada de hotel.

    Check Out – Procedimento de saída em hotel.

    Citytour /   sightseeing – Passeio turístico por uma cidade, geralmente a bordo de   ônibus/micro-ônibus, com guia local.

    Code-sharing – É o vôo   compartilhado, entre duas ou mais companhias aéreas. Pelo acordo, passageiros   que adquiriram passagem aérea de uma determinada empresa, podem embarcar no vôo   de outra. Uma Companhia cede assentos para a outra conveniada acomodar seus   passageiros

    Collect call – Ligações telefônicas a cobrar no local de   destino. Existe um serviço da Embratel chamado Brasil Direto, com atendimento em   português.

    Conciergerie – No hotel, a conciergerie, normalmente está   localizada ao lado da recepção e presta serviços de informações sobre assuntos   diversos (passeios, gastronomia, transporte, etc), que não se refiram a   hospedagem.

    Conexão – Pouso com troca de aeronave antes de chegar à   cidade destino.

    DAC (Departamento de Aviação   Civil) – órgão federal responsável pela fiscalização e normatização da   aviação comercial e executiva do País.

    Dataport – Instalação   oferecida nos apartamentos dos hotéis com entrada para laptop.

    Day   use – É a utilização parcial de uma diária hoteleira. É muito utilizado em   hotéis próximos a aeroportos para passageiros em trânsito (aguardando conecções   entre vôos).

    Dead line / prazo final – Prazo para reconfirmação e/ou   pagamento de serviços contratados.

    Departure – Origem; área destinada   para viajantes embarcando.

    E-ticket –   Abreviação de “electronic ticket”; bilhete aéreo eletrônico sem emissão física.

    Early check-in – Entrada de hóspede ao hotel em horário anterior ao   regular, 12h (é o de praxe, mas existem exceções). É uma tolerância que pode ou   não ser concedida, quando há disponibilidade, sem cobrança de ônus ao hóspede.

    Escala – Pousos programados em uma ou mais cidades para o embarque e   desembarque de passageiros durante a viagem, sem troca de aeronave.

    Escala Técnica – Parada do avião para abastecimento, sem embarque ou   desembarque de passageiros.

    FAP / pensão completa   / full-board – Diária de hotel que inclui três refeições (café da manhã,   almoço e jantar – normalmente sem bebidas)

    Fitness-center / health   club – Na hotelaria, é um complexo que pode agrupar vários serviços: sala de   ginástica, sauna, massagem, piscina, salão de beleza.

    Forfait – É o   serviço que chamamos em nosso site de “viagem sob medida”, um roteiro de viagern   feito para atender a necessidade específica do passageiro. 0 sinónimo é “taylor   made”, ou feito sob medida.

    Franquia de bagagem – Limite de bagagem   com transporte gratuito permitido pela companhia aérea.

    Fretamento /   charter – Vôo realizado em uma aeronave fretada, com tarifas mais econômicas   que as praticadas no mercado e com regras pré-estabelecidas quanto a duração,   data de saída/regresso e destino, entre outras.

    Full fare – Tarifa   publicada, sem descontos. Na hotelaria, é a “balcão” (aquela afixada na   recepção). Na Cia. Aérea, é a tarifa “cheia”.

    Gym – Ginásio, ou workout room, que é a sala de malhação.

    IATA (Internacional Air Transport Association) – Associação Internacional do Transporte Aéreo.

    Itinerário –   demonstrativo dos serviços contratados (passagem aérea, diária de hotel, locação   de veícuslo entre outros) incluindo informações como datas e horários, valores,   código de reserva e confirmação e condições de uso.

    Jet-lag – Desajuste do relógio biológico ocasionado pela troca de   fuso horário.

    King-size bed – Cama de casal do   tamanho de três camas de solteiro. 0 padrão americano é 2m por 2m.

    Late check-out – Saída do hóspede do apartamento após o   horário padrão, 12h (é o de praxe, mas existem excessões). É uma tolerância que   pode ou não ser concedida, quando há disponibilidade, sem cobrança de ônus ao   hóspede.

    LCC ou Low cost carrier – ver Low Cost, Low   Fare

    Lista de espera / wait list – Diz-se daquela solicitação de   serviço (reserva de viagem, bilhete aéreo, etc) pendente de confirmação.

    Lounge – No exterior, é o que chamamos de sala vip nos aeroportos   brasileiros. Nos hotéis, pode ser sala de estar e bar.

    Low Cost, Low Fare – as   empresas de baixo custo e baixa tarifa, representadas pela Gol e BRA no Brasil.

    Management Fee – Modelo de relacionamento   financeiro baseado no repasse de receitas provenientes dos fornecedores   (companhias aéreas, hotéis e outros), e remuneração e reembolso de custos da   agência através de demonstração de custos efetivos e taxa percentual   pré-definida de lucratividade da agência.

    MAP / Meia-pensão /   half-board – Diária de hotel que inclui duas refeições (café da manhã e   almoço ou jantar – normalmente sem bebidas).

    Net   Fare – Tarifa livre de comissão ou encargos.

    No show – É o não   comparecimento do passageiro, no dia e horário marcado, para utilização de um   serviço adquirido (mais usado para embarque em Cias Aéreas e hospedagem).

    Non Stop – Vôo direto sem escalas ou paradas.

    Overbooking – Comercialização de bilhetes aéreos ou apartamentos   em número acima dos disponíveis para ocupação.

    Pax
    – Abreviatura usada para designar “passageiros”.

    Pensão completa / FAP / full-board – Diária de hotel que inclui três   refeições (café da manhã, almoço e jantar – normalmente sem   bebidas).

    P&L – ver Profit and Loss

    Person to person – A   ligação telefônica só é efetuada se atender a pessoa solicitada.

    Pitch – 0 espaço entre as poltronas de um avião.

    PNR   (Passanger name records) – reserva registrada no GDS.

    Profit and Loss – balanço   financeiro de um cliente utilizado nas modalidades fees, de um período   específico refletindo os montantes de receitas e custos.

    Queen-size bed
    – Cama de casal pequena (de viúvo). 0 padrão   americano é 2m por 1,20m.

    Receptivo
    – É a   agência credenciada pela empresa operadora da viagem, para receber os   passageiros nos destinos e realizar os passeios incluídos na programação.

    RFI (request for information) – solicitação por parte de empresas   cliente de informações sobre a TMC.

    RFP (request for proposal) –   solicitação por parte de empresas cliente de informações e de uma proposta de   serviços da TMC.

    RFQ (request for quotation) – solicitação por parte   de empresas cliente de uma proposta de serviços da TMC.

    Rooming list – Relação de nomes de passageiros, divididos de acordo com os hotéis e   acomodações a serem utilizados.

    Round Trip – viagem de ida e volta.

    SBT
    – ver Self Booking   Tool

    Self Booking   Tool – As ferramentas de auto-reserva são websites que permitem aos usuários   dos serviços de viagens efetuarem seus planos de viagens, incluindo procura e   reserva de itinerários.

    Service Level Agreement – Os acordos de   nível de serviço são formados por um conjunto de indicadores mensuráveis, que   regem a avaliação dos serviços de uma TMC. Usualmente pressupõem recompensas e   penalidades financeiras de acordo com a performance dos indicadores utilizados.

    SLA – ver Service Level Agreement

    Stand by – Situação do passageiro que aguarda resposta sobre algum serviço solicitado   (confirmação de passagem aérea, viagem, hotel, trem, etc.).

    Taxa de Embarque
    – Taxa cobrada pelas companhias aéreas para o   pagamento de despesas aeroviárias.
    TMC – ver Travel   Management Company

    Transaction Fee – Modelo de relacionamento   financeiro baseado no repasse de receitas provenientes dos fornecedores   (companhias aéreas, hotéis e outros), e remuneração e reembolso de custos da   agência através de taxa pré-definida por transação ou tipo de transação.

    Traslado / transfer – É o transporte terrestre de um passageiro. Pode   ser “in / out”, quando tratar-se do traslado de chegada / saída de um   passageiro, em determinada cidade ( transporte do Aeroporto até o hotel e   vice-versa).

    Travel Management Company – Uma Travel   Management Company (Companhia de Administração de Viagens), é a evolução da   agência de viagens corporativa, e seu principal desafio é trazer maior gestão ao   processo de viagens corporativas, buscando a redução racional dos custos de   viagens através de processos e ferramentas.

    Upgrade – Serviço oferecido como “cortesia” , por hotéis, navios,   Cias. Aéreas, onde o passageiro usufrui de um serviço superior ao que foi   adquirido.

    Valet – Mordomo que atende andares   executivos (hotelaria). Funcionário que atende os quartos.

    Valet   parking – Estacionamento com manobrista.

    Vôo regular – Vôos   operados regularmente pelas Cias Aéreas, para vôos comerciais, nos quais   dispomos de acordos comerciais.

    Voucher – É o documento entregue ao   passageiro com todas as específicações dos serviços turísticos adquiridos. Ele   pressupõe a confirmação dos serviços discriminados.

  • 4 abril às 12:20

    O que são tarifas promocionais?

    São valores criados para incentivar  a venda antecipada de assentos por preços mais em conta.

    Após a desregulamentação dos custos  das passagens aéreas nacionais, ocorrida em 2001, as empresas aéreas iniciaram  uma agressiva política de descontos, que podem chegar a 60% do valor cheio.

    São em média 10 diferentes tarifas  por voo e, dependendo da procura, podem ser disponibilizados mais ou menos  assentos em determinada faixa de preço.

  • 4 abril às 12:15

    O que fazer com um bilhete aéreo não utilizado?

    Os bilhetes não voados podem ser reaproveitados em:

    Voos no mesmo trecho;

    Parte de pagamento em novos bilhetes;

    Reembolso para a empresa.

    Em qualquer situação haverá a cobrança ou o desconto das multas constantes no regulamento da tarifa e/ou o pagamento de diferença tarifária.

    Caso necessite solicitar o ressarcimento, encaminhe uma carta mencionando o número do bilhete e os trechos não voados ao Posto de Atendimento da Avipam Turismo.