Lazer

Turisforma nas Redes Sociais

  • Home
  • Twitter
  • Facebook
  • Instagram

Dicas

  • 15 Janeiro às 12:03

    Dez motivos para os viajantes ainda precisarem de um agente de viagens

    Na era da tecnologia, reservar viagens online é uma escolha simples para os viajantes. Ainda assim o negócio dos agentes de viagens nos Estados Unidos foi de vento em popa no último ano— A ASTA – Sociedade Americana de Agentes de Viagens – reportou que mais da metade dos seus associados teve um aumento no número de clientes, de transações e de receita em 2014 em relação a 2013, e a expectativa é fechar 2015 com lucro 12% maior.

    Aqui vão dez motivos que justificam que do ponto de vista do cliente, a ajuda do agente de viagens é fundamental:

    1.Responsabilização
    Os agentes de viagens respondem a um chefe— ou eles próprios são o chefe —e são pessoas reais com quem os clientes podem falar para resolver as coisas

    2.Conhecimento
    Os agentes de viagens trabalham nisso há anos e sabem todos os prós e os contras. Indo para a Europa pela primeira vez? Ao invés de decidir para onde ir baseado em comentários anônimos de um website, converse com alguém de vive disso e sabe do que está falando.

    3.Mais pelo seu dinheiro
    Ao reservar uma viagem cara, os viajantes querem ver tudo e vivenciar o que a cidade tem de melhor a oferecer. Um agente de viagens pode garantir que os dólares dos viajantes rendam mais—e que eles não percam aquele restaurante fantástico descendo a rua, ou o evento especial que está acontecendo no dia em que eles estão na cidade. Um agente de viagens sabe para onde ir e quando.

    4.Definindo um Itinerário
    Embora algumas pessoas gostem de “improvisar,” o agente de viagens pode fornecer um cronograma claro do que estará acontecendo diariamente, e manter registros claros de tudo o que está incluso na viagem.

    5.Orçamento
    Um agente de viagens pode ajudar a mapear exatamente quanto uma viagem vai custar, para que não haja surpresas. Aquela excursão da segunda-feira inclui almoço, por exemplo, ou você precisa comprar o seu? Vale a pena comprar o pacote de bebidas a bordo do cruzeiro, ou pagar adiantado a excursão? Um agente de viagens pode orientá-lo e economizar seu dinheiro.

    6.Seguro
    Coisas acontecem. Um agente de viagens pode oferecer seguro de várias formas, desde garantir que o hotel é seguro e a empresa fazendo a excursão não vai roubar um viajante, até aconselhar de fato sobre quais apólices de seguro são necessárias, desde cancelamento de viagem até emergências médicas. Eles também se asseguram que os viajantes tenham a documentação de viagem correta, para que eles não acabem perdendo o avião ou o navio. E quando as coisas saem erradas, os agentes de viagens possuem os recursos e contatos para colocar os viajantes no topo da fila.

    7.Recursos
    Na ponta dos dedos os agentes de viagens têm ao seu dispor recursos que um viajante simplesmente não têm. Sim, nós temos a internet, mas ainda há tantas coisas desconhecidas, especialmente em lugares que ainda não foram descobertos.

    8.Exclusividade
    Vamos falar a verdade, todos nós queremos ser um pouquinho diferentes. Um agente de viagens conhece os destinos e o que há de novo por lá – e com frequência conseguem colocar o cliente para dentro. Através de suas parcerias, eles frequentemente conseguem brindes para seus clientes que vão de uma bebida grátis até uma entrada exclusiva para um evento importante.

    9.Economia de tempo
    Gastar horas e semanas pesquisando a viagem perfeita pode ocupar um tempo imenso de uma semana muito ocupada de trabalho. Um agente de viagens vai dedicar um pouco de tempo conhecendo seu cliente e o que ele procura, para então organizar todo um esquema de férias personalizado para ele.

    10.Influência
    Não consegue reservar um quarto em um lugar que você queria muito? Alguém aderiu à viagem no último minuto, mas todos os quartos estão ocupados? Sem problema. Os agentes de viagens levam anos desenvolvendo relações de longo prazo, e as agências de viagens entendem o quanto é importante para elas fazer negócio novamente. Os agentes de viagem têm influência na maioria das empresas de hotelaria e resorts, e maior chance de conseguir aquilo que querem do que um consumidor individual.

    Resumindo, se você nunca consultou um agente de viagens, está perdendo a chance de economizar tempo e de ter menos aborrecimentos—e, com frequência, economizar dinheiro também.

    Fonte: Anna Gleksman / TravelMarket Report

  • 17 Abril às 14:47

    Confira 15 dicas para ganhar espaço e preservar as roupas ao fazer a mala

    Especialista ensina o que colocar em cada camada e como dobrar peças.
    Truques facilitam a tarefa de encontrar as coisas quando chegar ao destino.

     

    Seguir alguns passos simples na hora de fazer a mala ajuda a ganhar espaço, contribui para que as roupas cheguem sem amassados ao destino e ainda facilita a tarefa de encontrá-las durante a viagem.

    Veja 15 truques sugeridos pela organizadora profissional Vera Corradi, parceira da empresa de organização OZ!, para preparar uma mala funcional:


    1) Faça uma lista com tudo o que pretende levar. Demora apenas alguns minutos e é a melhor forma de não esquecer nada. Para escolher as peças, leve em conta a duração da viagem, o clima no destino e o tipo de programação que deve ocorrer. Se for viajar de navio ou ficar em um resort, procure se informar sobre os eventos que estão programados e os trajes sugeridos. Escolha peças versáteis, que combinem entre si. As melhores são roupas de cores básicas, que não amassem e que possam ser usadas de dia ou de noite.

    2) Melhor do que levar uma frasqueira enorme com tudo dentro é ter saquinhos ou pequenas nécessaires separadas para produtos de diferentes categorias (por exemplo, remédios, itens de maquiagem, produtos de higiene e bijuterias). Isso mantém a mala organizada e facilita encontrar as coisas quando chegar ao destino.

    3) Coloque na mala as roupas sempre esticadas. Quanto menos dobras, mais espaço livre (e menos chance de a peça chegar amassada). Evite fazer rolinhos, pois eles ocupam mais espaço e deixam as peças amarrotadas.

    4) Roupas mais longas e pesadas, como jaquetas e calças, devem ficar no fundo da mala. Deixe as pernas das calças para fora, alternando uma para cada lado, e vá preenchendo esse meio com roupas mais leves: vestidos, camisas, camisetas. Quando terminar de colocar todas as peças, dobre as pernas das calças por cima de tudo, para arrematar. Assim elas não vão ficar com dobras.

    5) Procure dobrar as blusas abaixo da cintura. Assim, há mais chance de que a marca da dobra fique para dentro da calça ou da saia, sem aparecer.

    6) Camisas e outras roupas de botão devem estar sempre abotoadas, para que amarrotem menos. No caso das camisas sociais, alterne as posições das golas: coloque uma para um lado, outra para o outro e assim por diante.

    7) Roupas delicadas ou bordadas, como as de seda, de pele ou de paetês, devem ser colocadas do avesso, para que não estraguem. Jaquetas também podem ser viradas do avesso, com uma manga dentro da outra, para economizar espaço.

    8) Coloque as roupas íntimas em um saco, da forma mais aberta possível, sem “socá-las”. Assim o saco fica mais chato e cabe melhor na mala. Para sutiãs e biquínis com bojo, gire uma das partes e encaixe, formando uma peça única, para não amassar.

    9) Vá encaixando os sacos com bijuterias, roupas íntimas e outros acessórios nos espaços vazios que ficam entre as roupas.

    10) Evite colocar sapatos e roupas íntimas em sacos plásticos. Os ideais são os de tecido, TNT (tecido não-tecido) ou tule, que permitem que as peças “respirem”.

    11) Os sapatos podem ser dispostos nas laterais da mala, formando uma espécie de “cerco” que ajuda a manter as roupas no lugar. No caso de tênis esportivos e outros sapatos maiores, colocar cada pé em um saco diferente ajuda a encaixá-los. Os sapatos também podem ser dispostos na divisória disponível na parte superior de muitas malas.

    12) Meias podem ir dentro dos sapatos e meias-calças dentro das botas, para economizar espaço.

    13) Hidratante, xampu, desodorante e outros produtos que podem vazar devem ser colocados em sacos plásticos dentro da nécessaire. Saquinhos de cozinha usados para vedar alimentos (com fecho dentado) são ótimos para isso.

    14) Se quiser economizar espaço, leve xampu, hidratante e outros produtos em frascos pequenos de plástico, próprios para viagem.

    15) Leve um saco de pano ou TNT para ir colocando a roupa suja durante a viagem. Coloque as peças dobradas, para que esse saco não fique muito grande e não ocupe tanto espaço na mala de volta.

  • 17 Abril às 14:42

    Confira dicas para quem embarca em um cruzeiro pela primeira vez

     navio-1

    Começa neste mês de novembro a temporada 2012/2013 de cruzeiros no litoral brasileiro. A previsão é que o primeiro navio chegue à costa do país no dia 9, inaugurando as viagens por via marítima no dia 14 com um roteiro que vai de Santos (SP) a Búzios (RJ).

    Até abril de 2013, espera-se que 762 mil turistas embarquem em um dos 280 roteiros que estarão disponíveis, segundo previsão da Abremar (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos).

    Se, por um lado, o número é 15% inferior ao da temporada passada, por outro haverá mais cruzeiros de longa duração – antes predominavam os “minicruzeiros” (de 3 a 5 noites), e agora a média será de 7 noites.

    Nos navios na costa brasileira, muitos passageiros são marinheiros de primeira viagem. Uma pesquisa feita na temporada 2010/2011 mostrou que mais de 60% dos viajantes nunca tinham feito um cruzeiro antes. Mesmo para quem está acostumado a fazer outros tipos de viagem, costumam surgir dúvidas específicas sobre os roteiros nesse meio de transporte. Confira algumas dicas a seguir:

    O que levar
    Não há limite de bagagem. A Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos sugere levar dois volumes por passageiro, cada um deles com no máximo 20 kg e o tamanho 40 cm x 60 cm x 30 cm.

    É proibido levar a bordo itens que emitam calor (como ferros de passar, velas, incensos), armas, drogas, alimentos, bebidas ou objetos pontiagudos (facas e tesouras). Toda bagagem está sujeita a inspeção por cães farejadores.

    Para o dia a dia dentro do navio, basta um vestuário informal (bermudas, camisetas, vestidos, sandálias, chinelos). Para fazer turismo em terra firme, o melhor é ter roupas confortáveis, escolhidas de acordo com o clima das paradas. Quem gosta de se exercitar pode pôr na mala também roupas de ginástica. Em geral, os navios têm academia, pista de caminhada e uma programação de aulas de exercícios.

    Recomenda-se não usar trajes de banho nos corredores. Leve saídas de praia, camisetas e shorts para facilitar a passagem da piscina para o interior do navio.

    Durante os jantares a bordo, não devem ser usadas roupas de banho, shorts e camisetas. Vale verificar com a companhia quais são os trajes exigidos nos jantares de cada roteiro: a maioria aceita esporte ou esporte fino, mas pode haver eventos de gala (quando é assim, especifica-se no programa da viagem).

    Além das roupas, não se esqueça de colocar na mala protetor solar, remédios (inclusive para enjoo) e máquina fotográfica. Muita gente também gosta de levar binóculos, para curtir melhor a vista.

    No primeiro dia, é importante levar uma bolsa de mão com uma muda de roupa, traje de banho, remédios e outros objetos pessoais. Cada navio leva em torno de 3.000 malas, e elas podem demorar a chegar à cabine.

    É indispensável colocar uma etiqueta na mala com os dados do passageiro (nome, endereço, telefone) e do navio (nome, número da cabine). Em geral, as próprias companhias fornecem essa etiqueta.

    Documentação
    Para viagens nacionais, é preciso levar um documento de identidade (como o RG ou a carteira de motorista). Para viagens internacionais, um passaporte com no mínimo seis meses de validade.

    Embarque
    Verifique com antecedência a melhor maneira de chegar ao porto de partida. Muitas companhias oferecem um serviço opcional de traslado (por exemplo, de São Paulo para Santos).

    Geralmente, o embarque começa quatro horas antes da partida do navio, e termina duas horas antes. Quem chegar depois disso corre o risco de não embarcar.

    Os embarques sempre são realizados após as 11h da manhã. Não se recomenda chegar antes desse horário, pois os terminais ficam lotados de passageiros que estão desembarcando.

    Ao chegar ao terminal, dirija-se ao setor de bagagem para deixar as malas. Elas serão levadas diretamente à sua cabine. Em seguida, é preciso ir até o balcão de atendimento da companhia para realizar o check-in (mostrar os documentos e receber as informações sobre o embarque).

    Amigos e parentes podem ir se despedir no terminal, mas não podem entrar no navio.

    A bordo
    Os cruzeiros costumam ter várias atividades gratuitas programadas, que podem ser acompanhadas no informativo deixado nas cabines diariamente. Sessões de ginástica e ioga, aulas de danças, gincanas, teatro e música ao vivo são alguns exemplos. Em alguns casos, é preciso fazer reserva para participar.

     

    Devido às exigências sanitárias, não é permitido consumir a bordo alimentos e bebidas adquiridas fora do navio.

    Como alguns locais de parada não têm porto (por exemplo, Búzios, Fernando de Noronha e Punta Del Este), o embarque e o desembarque é realizado em lanchas ou outros barcos menores que saem do navio até terra firme. Fique atento aos horários desses barcos.

    Os navios têm lojas que vendem produtos de grife (roupas, joias, bebidas, maquiagem etc.) a preços mais baixos. Mas as compras só podem ser feitas quando o navio estiver navegando em alto mar, e elas fecham quando ele está atracado. A mesma regra vale para os cassinos.

    É bom lembrar que menores de 18 anos não podem circular pelo cassino.

    Gastos
    Os gastos a bordo são em dólar e costumam ser computados em um cartão magnético, entregue no momento do embarque. Dentro do navio, é preciso definir, no local indicado pela companhia, qual é o meio de pagamento que será vinculado ao cartão (cartão de crédito ou dinheiro em espécie, por exemplo).

    O preço dos cruzeiros inclui, de modo geral, a acomodação na cabine, a maioria das refeições diárias e do entretenimento a bordo (atividades recreativas, espetáculos e festas) e o uso de todas as instalações (piscina, biblioteca, discoteca etc.).

    Alguns itens que não costumam estar incluídos são: bebidas, excursões opcionais em terra, jogos no cassino, serviços de lavanderia, spa e cabeleireiro, fotos do fotógrafo oficial. Quando o cruzeiro oferece o sistema all inclusive, também inclui bebidas alcoólicas e não alcoólicas. Alguns navios têm ainda restaurantes especiais, que cobram pela refeição.

    Todos os navios têm serviço médico, mas a consulta é paga à parte. Sugere-se a contratação de seguro de saúde pelo prazo específico de duração do cruzeiro para que possa pedir reembolso das despesas pagas do seguro contratado.

    Desembarque

    Se tiver dúvidas sobre as despesas a bordo, converse com os responsáveis da companhia ainda dentro do navio. As empresas não costumam aceitar reclamações posteriores.

    Ao buscar a mala, verifique se ela é mesmo a sua, pois há muitas parecidas.

    No caso de cruzeiros internacionais, todos os passageiros precisam preencher a Declaração de Bagagem Acompanhada. Se houver algum produto a declarar, é preciso se apresentar à Receita Federal no desembarque.

  • 13 Março às 13:47

    DOCUMENTOS PARA VIAJAR PELA AMÉRICA DO SUL

    Argentina

    Brasileiros estão isentos de visto de turismo/negócios para permanência até 90 dias.
    Obs.: Brasileiros podem embarcar com o passaporte original, obrigatório validade mínima de 1 ano; ou apenas com a Carteira de Identidade original em bom estado de conservação, emitida há menos de 10 anos.

    Bolívia

    Vistos Consulares: Brasileiros não necessitam de visto para permanência de até 90 dias.
    Para Brasileiros e cidadãos do Mercosul e Países Andinos é altamente recomendável viajar com a Vacina contra Febre Amarela Internacional . Demais nacionalidade é obrigatório apresentação da Vacina de Febre Amarela.
    O embarque pode ser realizado com passaporte válido por no mínimo seis meses ou carteira de identidade brasileira recente e em bom estado de conservação.
    OBSERVAÇÃO: Quando necessário, os passageiros deverão solicitar o visto pessoalmente no consulado em São Paulo. Prazo médio: 05 dias úteis.

    Colômbia

    Brasileiros estão isentos de visto à turismo para permanência de até 90 dias; sendo que neste caso, somente são permitidas até 03 viagens por ano.
    – Brasileiros poderão viajar a turismo, com passaporte válido ou carteira de identidade ( RG) em bom estado de conservação e emitida há menos de 10 anos.
    – A negócios o brasileiro necessita de visto; porém, o passageiro deverá entrar em contato direto com o consulado. Não são aceitos pedidos de vistos através de terceiros.

    Chile

    Brasileiros estão isentos de visto à turismo/negócios para permanência de até 90 dias.
    Brasileiros podem embarcar com a carteira de identidade em bom estado de conservação e emitida há menos de 10 anos.

    Peru

    Brasileiros estão isentos de visto à turismo ou negócios para permanência de até 90 dias.
    * Brasileiros podem embarcar com o passaporte original, com validade mínima de 6 meses OU apenas com a Carteira de Identidade ( RG) original em bom estado de conservação e emitida há menos de 10 anos.
    Necessário certificado de Vacina contra febre amarela para retornar ao Brasil, após viagem ao Peru.
    * Para viagens por período de permanência superior,  por outros motivos, necessário visto de entrada.
    Não é permitido exercer atividade remunerada dentro do Peru, quando se viaja a turismo ou negócios.

    Venezuela

    Brasileiros estão isentos de visto à turismo para permanência de até 90 dias.
    As companhias aéreas autorizadas, fornecerão uma tarjeta de turismo ( DEX-2) no momento do Embarque. A Tarjeta de turismo só poderá ser fornecida até 03 vezes por ano; ou seja, a Venezuela só autoriza até 03 viagens por ano, a turismo.
    Obs1.:O passaporte deverá estar com a validade mínima de seis meses e apresentar Bilhete Aéreo original com ida e volta confirmadas.
    Obs2.:Para entrar no país é necessário o Certificado de Vacina de Febre Amarela Internacional.

    À negócios:  Todas as nacionalidades precisam de visto à negócios.

    Documentos necessários:

    – Passaporte com validade mínima de 06 meses( original + cópia das páginas de dados pessoais)
    – 02 fotos  3X 4 cm coloridas, recentes, iguais, fundo branco
    – Formulário preenchido e assinado em original.
    – Certificado de Vacina de Febre Amarela Internacional ( original + cópia)
    – Cópia do Comprovante de residência no Brasil
    – Bilhete aéreo com ida e volta confirmados.
    – Carta da empresa onde trabalha em papel timbrado e com firma reconhecida, original; especificando o cargo, motivo da viagem, tempo de permanência, nome e endereço da empresa ou pessoa que visitará na Venezuela e se responsabilizando pela estadia do colaborador
    – Cópia do CNPJ da empresa onde trabalha ou cópia autenticada do contrato social e última alteração contratual da empresa onde trabalha
    – Atestado de antecedentes criminais emitido pela Polícia Federal
    – Extratos bancários atualizados ( aconselhamos dos 03 últimos meses)
    – Cópia autenticada do RG ( para brasileiros) ou Cópia autenticada do RNE válido ( para estrangeiros)

    O prazo máximo de permanência na Venezuela para o viajante de negócios é de 06 meses.
    Local: São Paulo.  Prazo:  média de 5  a 7 dias úteis dentro do Consulado .
    Obs: O estrangeiro com visto de negócios na saída do território Venezuelano deverá apresentar uma declaração de rendas ante à administração da Fazenda correspondente, qualquer que seja os enriquecimentos ou perdas na Venezuela até o momento de sua saída do país, de acordo com o artigo 73 da \`Ley de Reforma e la ley de impouesto sobre la renda de Venezuela\` . Timbre fiscal (selo fiscal), que deverá ser solicitado no \`Ministério do interior e justiça – DEX\` Av. Urdaneta, esquina de Carmelitas, Caracas.

  • 3 Fevereiro às 17:31

    Melhores Praias de São Paulo

    Todos nós sabemos que as melhores praias do Brasil estão no litoral norte. Apesar disso, quem não tem oportunidade ou “verba” para uma grande viagem, pode aproveitar o que há de melhor pertinho de casa. Os paulistas, por exemplo, podem escolher entre belas praias que muita gente mal conhece.

    Neste post nós separamos um pequena lista com as dez melhores praias do litoral de São Paulo. Confira:

    Praia Toque Toque Pequeno:

    A praia que já apareceu no “The New York Times” fica numa vila de pescadores que serve de refúgio para os turistas que procuram tranquilidade num ambiente afastado dos centros urbanos.

    Praia Toque Toque Grande:

    A vizinha da praia acima merece os mesmo atributos. Com mar calmo e águas cristalinas, ela é o paraíso dos visitantes.

    Maresias:

    O destino certo dos surfistas de São Paulo, Maresias é considerada a Copacabana paulista. O mar que favorece o surf sedia campeonatos que tornam a vida local muito mais animada.

    Boiçucanga:

    A praia que possui o mais belo pôr-do-sol de São Paulo possui também uma infra-estrutura privilegiada. Com lojas, parques e muitos serviços úteis como agências bancárias, a região é boa para quem quer ou precisa curtir a natureza sem se desligar completamente da vida na cidade.

    Camburi:

    A praia mais alto astral da lista é também a mais pequena. Com uma água de azul encantador, ela cativa os turistas pelo fato de estar entre as favorita de uma galera jovem, bonita e a fim de curtir.

    Barra do Una:

    Essa praia é a mais indicada para quem não curte tanto a água, prefere ficar na areia se exercitando. Com uma extensa área com areia fofa, ela ainda possui um formato característico que rende ondas ótimas.

    Juquehy:

    Distante da cidade, essa praia tem de tudo um pouco. Areia fofa, água convidativa e uma infra-estrutura especializada para o turismo.

    Praia do Curral:

    Localizada em Ilhabela, a bela praia atrai turistas o ano todo. Vale destacar sua gastronomia que vai muito além de petiscos e frutos do mar.

    Feiticeira:

    A praia repleta de coqueiros é idolatrada pelos praticantes de kitesurf. Lá, apesar dos atrativos naturais, o esporte impera.

  • 15 Janeiro às 12:42

    11 lugares para conhecer em Nova York


    New-York_state-of-liberty_joe-cingrana

    Nova York é uma cidade plural, com milhares de coisas para ver, rever, conhecer e descobrir. Se voce vai pela primeira vez, certamente vai querer passear por cenários que ja viu no cinema e fazer os programas clássicos de uma das cidades mais visitadas do mundo. É muita coisa para uma cidade só: parques, museus, restaurantes, os famosos musicais. Listamos abaixo 11 sugestões de passeios que amamos fazer quando estamos por lá.

    01. Confira o skyline de Nova York
    O famoso skyline, a silhueta dos altos edifícios no céu da cidade de Nova York, é uma atração única. Muitos arranha-céus de Manhattan são monumentos nacionais, que representam diversos estilos de arquitetura. Dentre os mais antigos estão o Metropolitan Life Insurance Tower e o Woolworth Building, construídos no início do século XX. Entre outros pontos famosos destacamos os edifícios Empire State e Chrysler, considerados exemplos do que há de mais elegante em arquitetura de art déco, além do Rockefeller Center. Ver o conjunto de prédios da cidade do alto,  junto com as pontes e espaços abertos como o Central Park, é um programa imperdível. Voce pode conferir o skyline da cidade do observatório do Empire State Building e do deque de observação Top of the Rock.

    02. Times Square/Broadway
    Iluminada 24 horas por dia com telas animadas, outdoors imensos e marquises de teatro, a Times Square de Manhattan é considerada o coração da Cidade de Nova York. Ali os visitantes encontram lojas e restaurantes, de todos os tipos e para todos os bolsos. A Times Square também é sinônimo de Broadway: a área abriga muitos teatros históricos e os principais espetáculos em cartaz na cidade.

    03. Estátua da Liberdade
    Desde 1886, a Estátua da Liberdade tem o efeito de um farol de chegada para inúmeros imigrantes. A estátua foi criada por dois franceses, o pintor e escultor Frédéric-Auguste Bartholdi e o engenheiro Alexandre-Gustave Eiffel (que criou a Torre Eiffel, em Paris). Você pode ver a Estátua da Liberdade de perto em um passeio pela costa do Hudson River Park de Manhattan, da Ponte do Brooklyn ou da balsa de Staten Island.

    04. Central Park
    Cobrindo mais de 3 km² no coração de Manhattan, o Central Park tem uma paisagem diversificada de campos e trilhas para caminhadas. O lugar é considerado o principal parque público da cidade e tem atrativos como Wollman Rink, o Zoológico do Central Park, o Zoológico Infantil Tisch e o Friedsam Memorial Carousel, além do Sheep Meadow e Great Lawn, espaços onde se pode descansar e aproveitar a vida ao ar livre.

    05. Ponte do Brooklyn
    A mais antiga das três pontes ligando Brooklyn e Manhattan estende-se por quase 2 km sobre o East River e ocupa um lugar singular na história da cidade de Nova York. Quando foi inaugurada em 1883, era a mais longa ponte suspensa do mundo e, em 1964, ela foi designada como um marco histórico nacional. Hoje, ela permanece como um dos ícones da cidade, com sua estrutura de cabo de aço e arcadas góticas. Os visitantes podem conheça-la de perto, por meio de uma passarela de pedestres, ou atravessá-la a partir do Brooklyn Heights Promenade. A vista panorâmica da ponte e do rio — contra o skyline de Lower Manhattan — é uma das melhores da cidade.

    06. Lower Manhattan/Wall Street
    Entre Wall e Broad Street, o Financial District é um bairro que mistura história com o coração financeiro da cidade. É lá que fica a Trinity Church, a Bolsa de Valores de Nova York, a escultura Charging Bull, e ainda o Federal Hall — onde George Washington fez o seu juramento como primeiro presidente do país. As atrações mais recentes incluem o Monumento Nacional African Burial Ground e o Museu Nacional do Índio Americano. Os visitantes também podem fazer compras nas proximidades do South Street Seaport ou caminhar até o Battery Park, de onde partem balsas para Liberty Island, Ellis Island, Governors Island e Staten Island. Também era em Lower Manhattan que ficava o World Trade Center. O Memorial Nacional do 11 de Setembro promove visitas, mas é  necessário fazer reserva.

    07. Zoológico do Bronx e Jardim Botânico de Nova York
    Localizado no distrito mais ao norte da cidade, o Zoológico do Bronx é a maior reserva da vida selvagem metropolitana do país e mais de 4 mil animais, desde tigres siberianos e cegonhas africanas a leões-marinhos da Califórnia e crocodilos do Nilo. Ao norte do zoológico está o Jardim Botânico de Nova York, que entre os atrativos tem o Peggy Rockefeller Rose Garden e o Enid A. Haupt Conservatory, uma estufa no estilo vitoriano em que exposições internas oferecem um tour ecológico do mundo. Os visitantes podem ver florestas tropicais, desertos áridos e exposições de plantas aquáticas.

    08. Flushing Meadows–Corona Park
    Projetado para ser a sede da Feira Mundial de 1939–1940, Flushing Meadows–Corona Park, no Queens, é parada obrigatória para os visitantes que estão interessados nas últimas novidades em arte, ciência e esportes. O Museu de Arte do Queens exibe obras de arte contemporâneas e o Panorama da Cidade de Nova York — um detalhado modelo arquitetônico dos cinco distritos que representam exatamente cada edifício e atalho da cidade. No USTA Billie Jean King National Tennis Center, onde se realizam os campeonatos de tênis US Open, os amantes de tênis podem praticar seu backhand nas mesmas quadras em que grandes astros do esporte já competiram. O parque também inclui o histórico Citi Field, o novo estádio do New York Mets.

    09. Museum Mile
    Ao lado do Central Park de Manhattan, o trecho da Quinta Avenida da rua 82 à 105, com nove centros culturais, passou a ser conhecido como Museum Mile – a Milha de Museus. As 10 instituições formam um grupo diversificado que oferece algumas das melhores coleções da cidade em termos de arte, história, design e cultura do mundo inteiro. Na parte mais baixa do Mile está o famoso Metropolitan Museum of Art, cujo acervo permanente tem quase 2 milhões de obras. Outra opção para quem aprecia arte e arquitetura é visitar o Guggenheim Museum, conhecido principalmente por seu inconfundível edifício (projetado por Frank Lloyd Wright) e por sua coleção de arte moderna e contemporânea. Para os que procuram a história na Nova York miscigenada, o El Museo del Barrio se dedica à arte e a cultura latinas, particularmente à de Porto Rico. O Jewish Museum possui uma das maiores coleções de artes plásticas, históricas e de cerimonial judaicas do mundo, e a Neue Galerie que se dedica à arte e ao design da Alemanha e da Áustria do início do século XX.

    10. High Line Park
    O elevado de quase 2,5 km por onde os trens de carga passaram de 1934 até 1980 foi reaberto em 2009 como um parque público. O local exibe uma combinação de vida vegetal exuberante e longas e estreitas passarelas que permitem aos visitantes andar por elas e desfrutar de uma vista deslumbrante sobre o Rio Hudson e o skyline de Manhattan. Os trilhos originais foram transformados em pequenas plantações, uma forma de se lembrar da flora selvagem que originalmente inspirou o projeto.

    11. Balsa de Staten Island
    Mais do que um meio de transporte, a balsa de Staten Island já é uma atração. Gratuitamente, os visitantes podem fazer o trajeto de Lower Manhattan até Staten Island pela água, ver a Estátua da Liberdade e as maravilhosas paisagens do Porto de Nova York e do skyline de Manhattan. A balsa deixa os visitantes no St. George Ferry Terminal, um curto trajeto partindo do Centro Cultural Snug Harbor.